O ultrassom microfocado é uma tecnologia que deposita energia em planos específicos dos tecidos sem precisar romper a superfície da pele. Na estética, ele é estudado principalmente para flacidez leve a moderada e melhora do contorno em pacientes selecionados.

O que as revisões científicas encontraram?

Revisões sistemáticas publicadas nos últimos anos relatam melhora em firmeza e redução de sinais de flacidez em diferentes áreas faciais. Os resultados tendem a variar conforme aparelho, parâmetros, anatomia e grau de flacidez.

Uma revisão de 2023 reuniu dados de estudos clínicos e encontrou melhora observada por investigadores em uma parcela relevante dos pacientes. Os próprios autores destacam que ainda são necessários estudos maiores e mais padronizados para definir parâmetros ideais.

É um substituto de cirurgia?

Não. O ultrassom microfocado é uma opção não cirúrgica e seus resultados são mais discretos. Em flacidez importante, a comparação direta com cirurgia não é adequada. A indicação correta depende de expectativa, anatomia e objetivo.

Por que a avaliação importa?

Em estética, tecnologia sem diagnóstico vira tentativa. O papel da avaliação é determinar se o problema principal é pele, perda de volume, suporte, musculatura ou uma combinação desses fatores.

Referências científicas

  1. Contini M et al. A Systematic Review of the Efficacy of Microfocused Ultrasound for Facial Skin Tightening. Aesthetic Plast Surg. 2023. Ver referência
  2. Ling J et al. Systematic Review and Meta Analysis of Microfocused Ultrasound. Aesthetic Plast Surg. 2023. Ver referência
  3. Khan U et al. A Systematic Review of the Clinical Efficacy of Microfocused Ultrasound. Cureus. 2021. Ver referência

Este conteúdo é informativo e não substitui consulta, avaliação médica ou indicação individual.

Quer entender o que faz sentido para o seu rosto?

A avaliação começa pelo seu incômodo e pelas suas expectativas.